E se Eduardo Cunha fosse da CBF?

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Esqueçam os advogados do Fluminense, amigos! Esqueçam o termo “tapetão”! Temos agora Eduardo Cunha, o mais novo rei dessa manobra tão brasileira, que deveria ser rebatizada para “cunhão”.

Imaginem a fonética belíssima que se apresentará quando – num futuro completamente inevitável – alguém disser: “O Fluminense ganhou no cunhão!”

Rapaz, isso é coisa de macho!

E como faltou macho naquele 7×1 pra Alemanha… E como faltou um Eduardo Cunha e sua aglutinatividade (êta, palavra de macho difícil de dizer) para jogarmos novamente a partida – na madrugada daquela mesma tarde – e ganharmos no “cunhão”: O jogo só acaba quando ele vence!

Seríamos campeões mundiais e diante da nossa incontestável superioridade ganharíamos uma nova taça, com dois cunhões – rostos do grande Eduardo Cunha – no lugar das bolas, apoiados por uma Bíblia. O Brasil estaria no topo do mundo outra vez.

Mas não, em 2014 o povo do Rio de Janeiro decidiu dar mais um mandato ao senhor em questão, que decidiu “cunhar” no Congresso Nacional aquilo que ele bem entender. Pois ele, hoje, está para o Brasil na política tal como o Brasil esteve para o mundo, tempos atrás, no futebol.

A única diferença é que dentro do campo de futebol quase todos, ao seu humilde modo, são heróis. Na política, está cada vez mais difícil encontrar quem não seja vilão.

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